Não sou a mesma de ontem.
Ontem eu queria mudar o mundo falando a uma só pessoa.
Achava que fazia muito por pular almoço e correr a 50 pedaladas por segundo.
Que um era só e todos eram tudo.
Hoje, a tranquilidade impagável de poder almoçar; segurar o mundo sem pesar; mudar meu dia por calar ou falar sem levar para casa; enxergar que todos não somam sequer um: estou no último ano da faculdade e esta é uma experiência impagável.
Ainda que necessário sofrimento, meu único arrependimento é ter feito a alma boa de pivô.
Sertanejo de raiz é a raiz mais bonita do sertanejo: "Tocando em Frente" - Almir Sater.
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