segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Alçando Voos

Da Residência, Resistência, à Resiliência 

Junto os fatos cotidianos como num filme de suspense: a vida me dá pistas de como chegar lá.
Como num caso de Sherlock Holmes, Hercule Poirot e num jogo de Detetive da Estrela, os fatos são dados mas não mostram nada. Com o caminhar, o sentido vai aparecendo e percebo como fui tola: como deixei passar isso? 
- Isso o quê? - me perguntam.
- Nada. - ainda é cedo demais para explicar a cena final.

O chapéu de palhaço, a televisão, a entrevista, a música, a arte, o cinema, se deixar guiar pelos ouvidos, as palavras, o espelho, o tempo para si mesmo, as lágrimas, os amigos, a bela arte de deixar ir, os encontros que pareciam sem sentido mas que trouxeram potência, o amor em reconhecer tudo isso e fazer da vida algo inédito.

Junta as pistas. E voa.

Por fim, meu novo velho sempre amor: Freddie Mercury. A beleza e a potência sobre as quais um dia a cortina da morte se fecha sobre o espetáculo da vida. Aos 5:52  ele chora de emoção, de tesão, sei lá. Só é incrivelmente emocionante, obrigada tecnologia remasterizada.
Obs: veja em HD, com a tela cheia na melhor qualidade e se possível em uma televisão foda. Todos assistem ao show, mas detalhista como sou, ver o Freddie chorar foi o que me salvou do mesmo.






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