"Eu não sou sua princesa
Não sou sua linda
Não sou sua sereia do litoral".
Obrigada, Júlia, por mostrar publicamente suas singularidades e lembrar das minhas.
Assédio causa essa sensação estranha: parece elogio, mas dá uma vergonha absurda. Não é "estar sem jeito", é "PARA COM ISSO PELAMORDEDEUS QUE EU NÃO ESTOU GOSTANDO!". Aí você recorre aos seus defeitos para lembrar que:
"sou uma pessoa e não um objeto vazio que as pessoas colocam suas expectativas. Meus defeitos também são derivados das minhas vontades.
Amém".
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