terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Fotos!

Cada mergulho é um flash!

Ainda me lembro quando as máquinas eram de filmes, com 12, 24 ou 36 poses. Às vezes acontecia de vir poses a menos ou a mais, e quando tentávamos tirar fotos além disso, ou a máquina travava ou continuava tirando e na hora da revelação, tchanan! tiraste mais fotos que o permitido.

Com a era das coisas digitais, tudo ficou infinitamente mais fácil e prático, sem dúvida. Porém, há seus
interperes: a revelação ficou (eu fiz as contas!!) 21% mais onerosa; há máquinas que tiram milhares de fotos; o armazenamento vai então para Compact Discs, pen drives, ou o próprio Personal Computer. Entretanto, como não é palpável como as fotos reveladas, há sempre o perigo de dar alguma pane no sistema e ele simplesmente não abrir (adoram fazer isso). Sem contar aquele bando de CD sem nome que em um belo dia, jogas tudo fora. E suas fotos também vão para o lixo.

Fazem uns meses que saiu uma reportagem na
Veja sobre "Nuvem Eletrônica". Algo interessantíssimo sobre a internet em si e suas capacidades de armazenamento, mesmo sem que o internauta se dê conta. Dessa maneira, há o recurso de colocar fotos, arquivos, enfim, qualquer coisa "flutuando" nessa nuvem; é um armazenamento infinito, limitado apenas aos sites.

Assim, estou a armazenar as minhas fotos em minha rede do
Windows Live (a mesma empresa do Hotmail e do Messenger). É bem prático. Não as perco por um problema no computador, ou no pen drive, e não as jogo fora por engano. Claro que há rackers malfeitores aos montes por aí, mas bastam os cuidados mínimos.

É bem...
Fikdik de hoje!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Expresse-se!